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	<title>Diario Videos &#187; Conto Gay</title>
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	<description>Os videos mais quentes da net</description>
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		<title>Minha Primeira Inversão</title>
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		<comments>http://videos.diariodasamadoras.com/blog/2010/10/02/minha-primeira-inversao/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 02 Oct 2010 16:26:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Sempre fui muito certinha e muito seria, meus relacionamentos sempre convencionais, portanto se alguém disser para qualquer pessoa do meu convívio que isso aconteceu comigo provavelmente nínguem vai acreditar. Sempre tive vontade de dominar alguém de mandar e fazer um homem de minha putinha, então estava em casa totalmente entediada quando resolvi entrar em um [...]]]></description>
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<p>Sempre fui muito certinha e muito seria, meus relacionamentos sempre convencionais, portanto se alguém disser para qualquer pessoa do meu convívio que isso aconteceu comigo provavelmente nínguem vai acreditar.<br />
<span id="more-4705"></span></p>
<p align="justify">Sempre tive vontade de dominar alguém de mandar e fazer um homem de minha putinha, então estava em casa totalmente entediada quando resolvi entrar em um site de bate papo aqui da cidade me auto intitulando DOMINADORA (o que muito me atrai, porem não tenho experiência), chamei a atenção e varias pessoas TC comigo todos homes acredito eu, porem um deles me chamou a atenção pela maneira que falava comigo como se portava, respondendo as minhas perguntas sem enrolar e de maneira totalmente serviu mesmo sem me conhecer não me questionava, por este motivo resolvi passar meu MSN para ele que me add de imediato, então começamos a conversar como sempre ele pediu para me ver eu disse que não que só me mostraria qdo estivesse confiando nele, mandei ele ligar a CAM e ele ligou mostrando o corpo porem escondendo o rosto, falei para ele que queria ver o rosto ele relutou com medo de eu ser uma conhecida mas acabou se mostrando todo para mim(mesmo sendo casado) isso me despertou uma confiança afinal ele tinha muito mais a perder, mas mesmo assim continuei sem me mostrar, como ele estava so de cueca pedi para ele tirar e ficar pelado queria velo todo dos pés a cabeça e mesmo sem ele saber estava testando a sua obediência falei para ele que queria ver aquele cuzinho que seria meu pedi para ele virar para a cam e abrir bem a bunda no que fui atendida prontamente, fiquei doidinha querendo muito foder aquele cu, fo ai que ele me falou que tinha um vibrador e que as vezes usava pedi para ver ele me disse que não podia pq sua esposa estava dormindo no quarto e podia acordar então me despedi e fui dormir mto excitada com esta conversa me masturbei um monte.<br />
Ficamos nos falando a semana toda nisso eu já tinha deixado ele ver meu rosto rapidamente para saber que eu era mulher, e em uma de nossas conversas pedi para ele ficar pelado deitar no chão e colocar o vibrador no rabo isso sempre com a CAM dele ligada e a minha não, e ele pedido para me ver Doido para levar uns tapas e ser a minha vadia.<br />
Me deu toda a segurança que precisava para ir adiante e me aventurar, entao resolvi vê-lo, porem tinha uma condição para ele vir me ver teria que colocar uma calcinha da esposa e vir já com o consolo socado no rabo, o que ele concordou de imediato, fiquei um pouco inibida a principio mas adorei a resposta qdo chegou perguntei se ele estava como pedi e ele disse que sim senhora então enfiei a Mao dentro da bermuda dele e pude sentir aquele pau enorme atolado no rabo dele aquilo me deixou louca fomos para um motel vagabundo deitei na cama e mandei ele tirar a roupa e virar a bunda que queria ver ele com aquele pau dentro do rabo fez um certo charme dei uns tapas na cara dele e ele se abriu todo para mim mandei ele tirar o consolo e a calcinha e ficar de quatro na cama qdo vi aquela bunda gostosa não resisti e dei uns belos tapas e abri aquele rego e ao ver aquele cu pedindo para ser comido não resisti peguei o pinto e meti sem do ele gemendo e eu arrombando aquele rabo com força e com vontade, fui metendo e pegando no pau dele até ele gozar na minha mão que levei a boca dele para lamber pq puta que é puta tem que beber o leitinho, depois me deitei de pernas abertas e coloquei ele para me chupar.<br />
Mais tarde descobri que ele estava achando que ia me comer coitado, mas quem sabe um dia se ele continuar dando gostoso dou-lhe a honra de me comer para saber se ele fode tão em gostoso qto da, por enquanto o Maximo que permito me que chupe e que com certeza vou ser comida sim mas não pela putinha que ele é.</p>
</td>
<table border="0" width="100%">
<tr>
<td><a href="http://www.trafficholder.com/in/in.php?diarioam" target="_blank"><img src="http://bp3.blogger.com/_Tj9OFw2-wGE/SDdZsH_O2rI/AAAAAAAAG9k/oQbb4cucui8/s400/11.jpg" border="0"></a></td>
<td><a href="http://www.trafficholder.com/in/in.php?diarioam" target="_blank"><img src="http://bp0.blogger.com/_Tj9OFw2-wGE/SDdZsX_O2sI/AAAAAAAAG9s/p19c1RWzmcg/s400/12.jpg" border="0"></a></td>
</tr>
</table>
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		<title>Menage</title>
		<link>http://videos.diariodasamadoras.com/blog/2009/03/14/menages/</link>
		<comments>http://videos.diariodasamadoras.com/blog/2009/03/14/menages/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 13:06:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conto de Lésbicas]]></category>
		<category><![CDATA[Conto Gay]]></category>
		<category><![CDATA[Contos de Sexo]]></category>
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Somos um casal que adora praticar menages com mulheres. Eu, Paula, 32 anos, 1,63m/53kg, morena, cabelos longos e encaracolados, manequim 38, com tudo absolutamente no lugar e, segundo dizem, bonita. Ele, Claudio, 45 anos, moreno, 1,75m/72kg, cabelos grisalhos, enfim, um gatão de &#8220;parar o trânsito&#8221;&#8230; Somos um casal que adora praticar menages com mulheres. Eu, [...]]]></description>
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<p>Somos um casal que adora praticar menages com mulheres. Eu, Paula, 32 anos, 1,63m/53kg, morena, cabelos longos e encaracolados, manequim 38, com tudo absolutamente no lugar e, segundo dizem, bonita. Ele, Claudio, 45 anos, moreno, 1,75m/72kg, cabelos grisalhos, enfim, um gatão de &#8220;parar o trânsito&#8221;&#8230;<br />
<span id="more-1855"></span></p>
<p align="justify">Somos um casal que adora praticar menages com mulheres. Eu, Paula, 32 anos, 1,63m/53kg, morena, cabelos longos e encaracolados, manequim 38, com tudo absolutamente no lugar e, segundo dizem, bonita. Ele, Claudio, 45 anos, moreno, 1,75m/72kg, cabelos grisalhos, enfim, um gatão de &#8220;parar o trânsito&#8221;. Houve uma época em que colocávamos anúncios nestas revistas especializadas em casais. Desistimos, pois era muito difícil encontrarmos mulheres sozinhas através destes anúncios, pois elas não costumam ler estas revistas com assiduidade. Mesmo assim, chegamos a ter experiências com quatro mulheres que conhecemos através deste meio de comunicação. E é justamente um desses menages que vou contar-lhes. Seu nome era Ana e respondeu a um dos anúncios que havíamos colocado com a minha foto. Marcamos em um barzinho na Barra, aqui no Rio, e a ficamos conhecendo. Com 25 anos, era uma gatinha muito bonita e adorava transar tanto com homens como com mulheres. Loirinha, olhos castanhos bem claros, uma boa estatura (cerca de 1,68m), tinha um corpo divino, com uma bundinha linda e seios médios e firmes. Ana era uma pessoa adorável, tranqüila e parecia bem madura para a sua idade. Logo a convidamos para ir ao nosso apartamento. Ela acabou passando o final de semana inteiro! Já em nosso apartamento, nosso marido nos servia bebidinhas e alguns salgadinhos. Ele fazia de tudo para que nos sentíssemos à vontade. Estávamos eu e Ana no sofá, com meu marido sentado em uma poltrona em frente. Já meio desinibida pela bebida, comecei a fazer carinhos nos braços de Ana, passando para o seu ombro, pescoço, cabelos. Ela virou o rosto em minha direção e veio aproximando sua boca da minha. Nossos lábios se tocaram e começamos a nos beijar de uma forma bem suave, carinhosa, com nossas línguas se acariciando. Senti um calor entre minhas pernas, que eu bem sabia o que significava. Aquele beijo estava delicioso, era como que fazer algo escondido, proibido: beijar outra mulher. Era evidente que estávamos adorando. Nossas mãos passeavam pelo corpo uma da outra, com carícias suaves, calmas, sem pressa. Eu enfiava a mão por debaixo de sua blusa, encontrando aqueles seios firmes que não necessitavam de nenhum sutiã. Acariciava os biquinhos de seus seios que endureciam em minha mão. Para oferecer um belo show para meu marido, retirei a blusa de Ana. Nossa, que seios lindos! Passei a beijá-los, lambê-los, sugá-los. Ela, por sua vez, também acariciava todo o meu corpo. Minha saia já estava na cintura, minha blusa quase no pescoço. Ana começou a ficar dominada pelo tesão e tirava minha roupa com uma certa pressa. Logo fiquei nua em pelo, ao mesmo tempo que tirava a calça jeans dela. Em segundos estávamos ambas completamente nuas. Confesso que fiquei surpresa com o corpo de Ana. Era perfeito! Dei uma olhada em meu marido e vi que ele também já havia tirado sua própria roupa e estava acariciando seu pau, que estava duro como uma estaca. Eu beijava e era beijada em todo o corpo. Beijos e carícias com a língua eu fazia em todas as partes daquele corpo lindo. Os biquinhos dos seios dela estavam apontando atrevidamente para o teto, estremecidos. Eu os lambia e beijava, parecia que eu não cansava nunca. Mas minha boca tinha um outro destino certo. E, logo, lá estava eu com a boca naquela xoxota. Aninha tinha um sabor delicioso, toda cheirosinha. Sua xaninha estava já completamente melada. Cravei a boca naquela xoxotinha, como se quisesse engoli-la toda. Minha língua estava enlouquecida e dava verdadeiras chicotadas no grelinho dela. Ela gemia como uma gatinha e fazia movimentos com os quadris, jogando-o de encontro à minha boca. Eu, de quatro, ajoelhada no chão, com Aninha sentada no sofá com as pernas bem abertas e minha boca grudada na xoxota dela. Ela escancarava as coxas para melhor sentir minha boca em sua vulva, minha língua em seu grelinho, que estava cada vez mais durinho e crescido. Cada vez mais arreganhada, ela foi passando dos gemidos aos gritos, suas pernas se abriam e se fechavam como se quisessem prender minha boca eternamente entre suas pernas. Comecei a passar uma das mãos entre suas nádegas e percebi que estavam completamente molhadas pelos seus sucos vaginais que escorriam da sua xoxota. Meti um dedo em sua xaninha, no que fui bem recebida, pois ela escancarou ainda mais suas coxas para que meu dedo entrasse bem fundo. Eu sentia-o completamente encharcado, bem lá dentro dela. Ouvíamos nitidamente aquele barulhinho característico de xoxota hiper melada. Minha boca não parava um só segundo de chupá-la, lambê-la, beijá-la na bocetinha. Aninha começou a gritar para valer, jogando seus quadris com força de encontro à minha boca e puxando minha cabeça de encontro a sua boceta com ambas as mãos. Meti outro dedo em sua xota, chupava-a e fazia vigorosos movimentos de entra e sai com os dedos bem lá dentro dela, senti que ela apertava meus dedos com seus músculos vaginais, até que ela gozou despudoradamente em minha boca, deixando-me com o queixo completamente molhado pelo seu gozo. Terminou seu orgasmo apertando minha cabeça com suas coxas vigorosas. Da minha parte, eu estava com a parte interna das coxas completamente meladas daquele líquido viscoso e branco que escorrera da minha boceta. Eu estava loucamente excitada. Aninha ficou ali, com os braços caídos ao longo do seu corpo, ofegante. Olhei em seus olhos e recebi um lindo sorriso, como que em agradecimento ao prazer que eu havia lhe proporcionado. Mal desgrudei a boca da xoxota de Aninha e senti dois dedos de meu marido a entrar-me pela minha boceta adentro, sem a menor dificuldade, pois ela estava encharcada. Ainda de joelhos no chão, ergui meu tronco e virei-me para dar-lhe um gostoso beijo na boca. Foi um beijo intenso, lambido, sugado. Meu marido limpava-me a boca dos sucos vaginais de Aninha. Ele bebia as marcas do gozo dela que estavam em minha boca com extremo prazer. Lambia meu lábios, queixo, face. Eu sentia seu cacete batendo-me duro como uma barra de ferro na barriga. Aquilo estava enlouquecendo a mim e a ele. Os dedos de meu macho me penetravam vigorosamente, aquilo estava por demais delicioso.. O tesão que ele exalava em sua pele parecia penetrar-me os poros e eletrizar-me por completo. Seus dedos me vasculhando inteira por dentro tocavam meu útero e me levavam à loucura. Não controlava mais meus sentidos, comecei a gritar e gozei na mão do meu marido, deixando-a esbranquiçada pela minha boceta, que estava inchada e latejante. Meu macho deixou-me e partiu pra cima da Aninha. Foi beijando-a na boca e recebeu seu braço em torno do seu tórax. Estava evidente que ela estava louca para transar também com meu macho. Ela foi juntando seu corpo ao do meu macho oferecidamente. Ele a levantou, colocando-a de pé sobre o sofá e passou a chupar a xoxota dela. Eu, vendo aquele cacete ali, bem pertinho do meu rosto, caí de boca. Metia aquela vara o mais que podia em minha boca. Sentia aquele melzinho a brotar do buraquinho do cacete dele, diretamente para minha boca. Aquela pica latejava em minha boca, parecendo que iria explodir a qualquer momento, mas conhecendo meu macho bem, como eu conheço, sabia que ele ainda iria se controlar por muito tempo. Ana estava com o rosto virado para a parede recebendo a chupada de meu marido em sua xana. Seus gemidos estavam novamente intensos, dava para ver sua linda bunda se jogando de encontro à boca de meu macho. Não demorou para que ela gozasse com mais uma chupada. Ela nem terminara de gozar direito e meu homem a pegou e colocou-a sentada sobre o seu cacete. Aquele mastro entrou todo de uma só vez em sua boceta. Eu, ali, ajoelhada, via aquela cena à centímetros de distância de meu rosto. Deu para perceber o quanto a xoxota de Aninha se alargou para receber a pica de meu marido dentro dela. Uau! Não há nada que me dê mais tesão do que ver aquele homem que tanto amo fudendo com outra mulher. Era uma delícia ver seu cacete entrando e saindo daquela xoxota lambuzada, bem ali na minha frente. Eu passei a lamber seus testículos, ao mesmo tempo que Ana se enterrava toda naquele caralho, jogando suas ancas de encontro ao quadril de meu macho. Seus movimentos de quadril eram perfeitos, com a parte de cima de seu corpo abraçada no meu marido e apenas suas ancas se movimentando e batendo de encontro à pica do meu marido. Ela o cavalgava com maestria. O saco de Claudio batia na bunda dela, pois ele também fazia movimentos ritmados metendo tudo naquela xoxota oferecida e alargada por aquele cacete. Eu esfregava meu grelinho em uma deliciosa masturbação. Aninha começou a urrar, e gritar: &#8220;ai que gostoso, vai&#8230; mete bem fundo&#8230; me arromba&#8230; me arrebenta&#8230; vai filho da puta&#8230; mete na sua puta&#8221;! E logo se acabou em um demorado grito que mais parecia um uivo, com o cacete de Claudio enterrado até o talo em sua boceta. Dava para ver nitidamente que seus líquidos escorriam esbranquiçado até o saco do meu macho. Não me agüentei e gozei em minha própria mão. Aninha caiu quase que desfalecida e ofegante sobre o corpo de meu macho. Só depois de um tempinho ela saiu de cima dele, deixando aquele cacete pular de dentro da sua xoxota, duro e inchado. Não perdi tempo e sentei-me sobre aquele caralho. Agora era a minha vez! E cavalguei aquele cacete que tanto prazer me deu e dá, com um tesão raro de pintar. Sentia aquela tora a cutucar meu útero, eu o fazia entrar e sair de dentro de mim, alternava com reboladas nos quadris para senti-lo me remexendo toda por dentro, esfregando minhas entranhas. Logo, logo, gozei feito uma desvairada com aquela pica toda dentro de mim, ao mesmo tempo que Aninha também se acabava em uma siririca. Isso é uma das coisas que acho legal na gente (eu e Cláudio): nesses menages, sempre ficamos e deixamos nossas parceiras à vontade, sem inibições nem grilos, cada uma fazendo aquilo que sente vontade, com muita cumplicidade. Mas eu sabia que nada iria acabar por ali, pois meu marido continuava com a vara dura como pedra. Saí de cima dele, retirando lentamente aquele caralho de dentro de mim, sentindo um gostoso prazer a cada centímetro que escorregava por minha xoxota e caí ao lado de Cláudio que agora estava entre mim e Ana. Logo ele foi para o lado dela e, entre beijos e carícias, a colocou ajoelhada no chão com a parte de cima do corpo deitada sobre o sofá. Começou a passar-lhe a língua em seu cuzinho, abrindo-lhe bem as nádegas. Eu sabia e, com certeza, Ana também, onde ele queria chegar. Ele beijava-lhe na bunda, metia dois dedos em sua xoxota lambuzada pelos orgasmos, subia e metia um dedo em seu cuzinho. Fez esses movimentos inúmeras vezes, até que percebi que Aninha empinara ainda mais sua bundinha. Estava claro que ela estava concordando e adorando o que estava por acontecer. Sua bunda se empinava oferecidamente para o dedo de meu marido, que logo passou a enterrar dois dedos no rabinho dela. Ela arfava e mais e mais empinava a bundinha, num claro gesto de concordância. Cláudio, então, meteu três dedos bem lubrificados na bocetinha dela no rabinho de Aninha. Deu para ver como seu cuzinho já estava abertinho. Lentamente meu macho foi metendo a pica naquela bundinha. Com uma das mãos no quadril de Cláudio, Ana controlava o tempo de penetração. Com muita calma e paciência, meu macho acabou por entrar todo naquele cuzinho, só sobrando o saco de fora. Seus movimentos bem lentos, pouco a pouco foram se intensificando. Aninha já remexia a bunda, dando boas esfregadas de suas nádegas nos pentelhos de meu marido. Os movimentos passaram de intensos a vigorosos, com meu macho dando fortes estocadas dentro daquele rabo. Aninha murmurava: &#8220;ai que delícia&#8230; vai, enfia esse pau no meu cu&#8230; mete nas minhas entranhas&#8230; &#8220;! Cada vez mais ela jogava aquela bunda de encontro ao pau de meu marido, se enterrando toda naquela vara. Seus murmúrios passaram a gritos: &#8221; vai seu puto&#8230; fode o meu cu&#8230; me arrebenta&#8230; me arromba&#8230; mete esse caralho&#8221;! Ela já estava gozando mais uma vez. Levou uma das mãos à sua bocetinha e passou a masturbar seu grelinho com força. Acho que não preciso dizer que ela gozou descontroladamente, levando vara no rabo como uma cadela. Lentamente meu macho saiu de dentro dela e dava para ver o seu cuzinho completamente aberto. E, pasmem, Cláudio estava ainda de pau duro, pronto para dar continuidade aos nossos prazeres. Eu, que havia ficado com peninha de ver Ana com o cuzinho aberto daquele jeito, comecei a beijar e lamber o rabinho dela. Minha língua entrava com facilidade naquele cuzinho arrombado, descia para sua xoxota, voltava para o rabinho, em um vaivém sem fim. Aninha comentou: &#8220;Nossa, vocês vão me matar de tanto gozar&#8221;! Segurei o riso, e continuei. Minha língua escorregava de baixo a cima, de cima a baixo. Logo ela já rebolava a bunda, pronta que estava para gozar continuamente. Meu marido, vendo o estado que Ana estava novamente, disse para que ficássemos as duas de joelhos na ponta do assento do sofá. Como duas safadas que éramos naquele momento, atendemos prontamente, deixando nossas bundas bem levantadas à disposição de Cláudio. Logo ele começou a meter na xoxota de Aninha, ficou um tempinho bombando, saiu e enfiou na minha, voltava para Ana, voltava para mim, ficava um pouquinho e assim sucessivamente. Aquilo nos levava à um tesão incrível. Quando estávamos, eu ou Ana, achando que iríamos atingir mais um orgasmo, ele interrompia para se dedicar à outra. Ele ficou fazendo isso por algum tempo, até que resolveu levar Ana à mais um orgasmo. Metia com força na xoxota dela, ela jogava a bunda para trás, se rebolava toda, até que percebi que ele iria gozar com ela e tratei de massagear meu grelinho. Os dois gozaram, ele soltando verdadeiros urros e ela aos gritos. Logo a seguir, gozei em meu dedinho. Pude perceber a imensa quantidade de porra que saía da boceta da Aninha. Eu lhe propus um banho, mas ela disse que preferia continuar sentindo toda aquela porra lhe escorrendo. Fomos exaustos para a nossa cama e dormimos os três abraçadinhos. Quando fomos dormir, era apenas madrugada de Sexta para Sábado. Ainda tínhamos todo o final de semana pela frente, e, nesses dias, fizemos deliciosas loucuras. Bom, mas isso eu contarei em outra ocasião. Mulheres que queiram conversar, escrevam-nos. Beijos.<br />
e-mail: mara926@gmail.com
</p>
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		<title>Relato Bissexual II</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Aug 2000 21:42:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conto Gay]]></category>

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No relato anterior contei como eu e minha esposa surpreendemos nosso parceiro de sexo com  um boquete duplo e inesperado. Foi minha primeira sacanagem com homem depois de adulto. Antes só havia feito brincadeiras com amigos, quando ainda garoto. Depois daquele dia, eu e minha mulher transamos com nosso amigo várias vezes. Várias vezes eu [...]]]></description>
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<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">No relato anterior contei como eu e minha esposa surpreendemos nosso parceiro de sexo com <span style="yes;"> </span>um boquete duplo e inesperado. Foi minha primeira sacanagem com homem depois de adulto. Antes só havia feito brincadeiras com amigos, quando ainda garoto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Depois daquele dia, eu e minha mulher transamos com nosso amigo várias vezes. Várias vezes eu o punhetei e o chupei, numa delas ele até ejaculou na minha boca, coisa que eu gostei tanto quanto ele, ao ponto de repetirmos o acontecimento várias e várias vezes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">E assim fomos prosseguindo com nossos encontros com muita interação e sexo oral entre eu e ele. No entanto, fora algumas encoxadas na cama e no chuveiro, carícias nas nádegas, e carícias anais, em mim e na minha esposa, numa ocasião em que eu a penetrava enquanto ele se reestabelecia, eu e ele não havíamos trepado, ou seja, pau no cu, ainda não.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">De minha parte, esperava que mais cedo ou mais tarde, eu e ele fizéssemos sexo com penetração anal, sendo que, mesmo sem conversar com ele, já havia optado por ser o passivo, até porque, em todas as nossas transas orais, ele sempre optou por manter seu papel convencional, de ser o macho.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Bom, durante as minhas férias, que não coincidiam com as da minha esposa, eu normalmente ficava em casa, durante a semana, descansando, lendo e vendo filmes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Nosso amigo trabalhava, na época, como autônomo, então não era estranho ele ter tempo livre durante a semana.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Um certo dia, ainda pela manhã meu amigo telefonou. Disse que tinha a tarde livre, perguntou o que eu iria fazer e se poderia dar uma passada para conversarmos. Eu achei bem interessante e conveniente, ele me ligando durante as minhas férias, querendo fazer visita num horário que ele sabia que minha esposa não estaria em casa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Já com a cabeça pensando sacanagem, falei pra ele vir, afinal, eu estava à toa, e, ficaria sozinho em casa&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Assim que desliguei o telefone, resolvi inventar uma brincadeira. Naquela hora comecei a me preparar, e no início da tarde eu estaria pronto e a espera. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Eu tenho poucos pêlos no corpo, tenho bunda lisinha, mas mesmo assim resolvi depilar<span style="yes;">  </span>meu caralho e cuzinho. No quarto deixei um frasco de óleo de amêndoas que havia comprado para usar <span style="yes;"> </span>na minha mulher e coloquei estrategicamente no criado mudo, ao lado da cama. No computador deixei preparada uma série de fotos de sexo, baixadas da internet, uma sequência que começa com fotos de mulheres e terminava com homens transando. Tirei toda a minha roupa, deixei a porta do banheiro aberta e esperei.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Logo a campainha tocou, de longe eu perguntei que era, e ele confirmou, então entrei rapidamente debaixo do chuveiro, dando uma molhada geral e fui atender a porta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Abri, ele entrou e me viu completamente nu, todo molhado, de pau duro e já depilado&#8230; a surpresa erótica parece que funcionou, pq ele sorriu e não tirava mais o olho das minhas partes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Finji indiferença e normalidade, pedi licença pois estava tomando banho e voltei ao banheiro&#8230; heheh.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Voltei à sala com uma camiseta e com a toalha enrolada na cintura. Sentei-me e comecei a conversar, coisas banais, uma conversa inócua que deu uma esfriada nele (tudo conforme meu plano). Notei que ele estava perfumado, de banho tomado recentemente, ele havia se praparado tb, certo então ele queria alguma coisa mesmo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Então, subtamente, eu falei sobre as novas fotos especiais que eu havia baixado da internet, perguntei se ele queria ver. Ele topou e fomos até a mesa do computador. Entreguei a cadeira do micro para ele, e sentei-me, propositalmente, num banquinho sem encosto, mais a frente dele. Iniciei a mostrar as<span style="yes;">  </span>fotos. Como disse, de início eram fotos de mulheres nuas, as quais comentamos normalmente, depois mostrei algumas fotos de casais transando, com ênfase em sexo anal, depois mostrei uns closes de anal, ele comentou muito, dizendo: “Puxa, que socada!”, “Nossa, que enrabada essa, hein?”, coisas assim. Logo depois mostrei uma foto de um ator pornô nu, sozinho, de pau super duro, e perguntei a ele: “Legal né?”. Ele disse: “É.” Mostrei outra foto, de outro cara nu com um cacete imenso, comentei sobre o caralho da foto dizendo: “Que picão, hein? Imagina isso entrando num cu, será que cabe?” Ele riu. Mostrei outra foto, agora um close dum cacete menor (tipo o dele), mas muito bonito, e disse a ele: “Ah, esse eu acho legal mesmo! Grosso na medida, cabeça bem destacada, não muito comprido&#8230; e essas bolas&#8230; esse eu acho legal mesmo.!”&#8230; “Acho até que eu agüentava ele no meu cu&#8230;”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Ele riu: “Heheh&#8230; é? Tu agüentas um assim?”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">E eu disse: “Acho que sim, bem lubrificado, metendo com calma&#8230; acho que agüentaria sim, um pau desses no meu cu&#8230;”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Ele riu denovo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Aí eu<span style="yes;">  </span>mostrei outra foto de dois caras fudendo. Com o cacete quase que totalmente enterrado no cu do outro. E comentei: “Puxa, isso é que é enrabada, né?”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">“Até me deixa de pau duro! Vou bater uma punheta, se não te importas, ok?”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Nisto tirei a toalha, ficando de bunda de fora de novo, sentei no banquinho com a “cola” virada pra ele, e comecei uma punheta. Nisso olhei para ele e notei que ele não tirava o olho da minha bunda e que seu<span style="yes;">  </span>pau estava super duro, embaixo das calças, então eu disse: “Se quiseres me acompanhar, fica a vontade! Tira o pau pra fora e vamos bater uma!”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Mais que depressa ele tirou o cacetão pra fora, aí quem não tirava o olho era eu.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Eu deixei as fotos passando no automático, agora só com homens fodendo, enquanto isso me aproximei do meu amigo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Cheguei perto e disse: “Nossa cara, parece que ta muito duro esse teu pau, hein?”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Ele disse: “Tah sim, tah super duro!”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Eu disse: “Eh? Posso ver? Se tá muito duro? O teu pau?”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Ele disse:”Pode, pode sim!”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Então eu peguei no cacete, peguei com as duas mãos, agarrei as bolas, e masturbei o pauzão. E tava uma rocha mesmo! Muito duro!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Eu disse: “Nossa cara, que ferro! Pensei que vc só ficava assim com a minha mulher!”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Ele não falou nada, então eu disse: “Eh, ta bom assim é pra meter no cu&#8230;” e já me abaixando e iniciando à chupa-lo, nem quis saber mais de erotismo, caí de boca. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Dei-lhe umas belas chupadas, levantei-me e coloquei a mão dele entre as minhas nádegas! Imediatamente ele disse: “Depilasse o cu?” No que dizia isto, ele já estava enfiando o dedo no um cuzinho e eu arqueando as costas e me abaixando um pouquinho, empinando a bunda para que ele manuseasse a vontade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Nisto peguei novamente no pau dele, e disse para vir comigo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Fui levando até o quarto e lá peguei o óleo, com o qual já fui lubrificando seu pau.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Olhando para ele e seu cacete em riste, coloquei muito lubrificante na mão e nos dedos, e tratei de lubrificar bem meu cuzinho, local que nos daria tanto prazer daqui a alguns momentos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Então, tampei o frasco de óleo, subi na borda da cama, fiquei de quatro, abrindo bem as nádegas, e disse:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">“Vem!”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">“Me come o cu!”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Ele se aproximou, encostou a cabeça grossa e quente nas minhas nádegas, esfregou aquele pau pelo rego, de cima para baixo até minhas bolas,<span style="yes;">  </span>e depois subiu encaixando no orifício. Forçou um pouco e pronto. Lá estava ele dentro de mim. De início entrou pouco, talvez só a cabeça. Senti um pouco de desconforto, afinal fazia tempo que não brincava disto. Mas logo me acostumei, muito graças à grande quantidade de lubrificante que usávamos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Finalmente meu amigo estava me enrabando. Depois de tanto tempo voltei a dar o cu, mas agora não era mais brincadeira de criança, agora era pra valer.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">O vai-e-vem começou, mais e mais ele entrava no meu ânus. Aos poucos ele colocou tudo, e me disse: “Ahhh, entrou tudo! Ta todo socado!” </span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Até achei que ele ia gozar naquela hora. Dava para sentir as bolas dele enconstando no meu saco. Também sentia o prazer e a sensação única de ter o órgão sexual viril de outro macho, quente e pulsante, preenchendo inteiramente o meu reto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Ele parou os movimentos por alguns instantes, e logo em seguida reiniciou a foda.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Entrando e saindo pouquinho, em movimentos curtos. A cada socada que ele dava, seu saco que é grande e bem solto (característica que eu gosto muito), balançava e batia nas minhas bolas. Por duas vezes eu segurei seu saco, encostando-o em mim, sentindo o calor das suas maravilhosas bolas. Acho que o maior prazer, naquela hora, não era só a sensação anal, o movimento do pênis penetrando, mas talvez a sensação de estar sendo possuído. De eu, macho, estar ali, sendo o objeto do prazer para outro macho. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Neste momento meu amigo me disse: “Ahh&#8230; vou gozar&#8230;vou gozar&#8230;”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Eu não me contive, virei a cabeça, olhei para ele e disse: “Goza, meu piçudo gostoso, Goza! Meu cuzinho é todo teu, me enche de porra!”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Ouvindo isso ele se soltou, suas socadas ficaram mais longas. Por três vezes ele tirou todo o pau, até sair para fora do cu, e enfiou tudo de novo. Até encostar as bolas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Na terceira vez ele gozou. Gozou no fundo do meu cu, com o pau todo socado, mas ainda tirou tudo, fazendo respingar porra nas minhas bolas e na cama, e enfiou tudo de novo&#8230; e então desabou sobre mim.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Nesse instante eu já estava batendo punheta alicinadamente. Gozei sentindo o pênis dele amolecer ainda no meu cu e escorregar para fora, deixando minha bunda toda melada de esperma.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">E assim se consumou aquela tarde.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Ele me comeu várias outras vezes, em outras oportunidades, inclusive junto com minha esposa. Mas aquela tarde foi, realmente, especial.</span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Relato bissexual I</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Aug 2000 21:37:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conto Gay]]></category>

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A história que vou contar se passou a algum tempo atrás. Durante um período de tempo onde tive a oportunidade de explorar plenamente a minha sexualidade. Sempre fui simpatizante do sexo entre homens, fiz muitas sacanagens com outros rapazes e homens mais velhos quando ainda garoto, mas excetuando os filmes pornô gays que ainda gostava [...]]]></description>
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<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">A história que vou contar se passou a algum tempo atrás. Durante um período de tempo onde tive a oportunidade de explorar plenamente a minha sexualidade. Sempre fui simpatizante do sexo entre homens, fiz muitas sacanagens com outros rapazes e homens mais velhos quando ainda garoto, mas excetuando os filmes pornô gays que ainda gostava de ver, aquilo havia ficado para trás.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Sou casado, amo minha esposa, e adoro fazer sexo com ela. Sempre foi bom e sempre será, pois ela é uma mulher especial, de mente aberta, e que me proporcionou várias aventuras, todas as quais, proporcionando muito prazer a nós dois.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Sou moreno, 1,85m e 83kg, ex-nadador, minha esposa é uma loirinha mignon, de 1,55m, muito bonita. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Bom, meu relato deve começar no início de nosso casamento, onde iniciamos uma amizade muito forte com um casal de amigos. Ele, um moreno alto e bem magro e peludo, e ela, uma decendente oriental, muito bonita e gostosa. Desde o início de nossa amizade rolavam brincadeirinhas sacanas e um pouco de exibicionismo, isso evoluiu para sexo no mesmo ambiente e, algum tempo depois, para a troca de casais.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Nossas transas a quatro eram muito gostosas, mas as vezes era difícil marcarmos encontros por causa dos compromissos profissionais da nossa amiga, diferente de nosso amigo que estava sempre disponível.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Um determinado dia combinamos, eu e minha mulher, de convidar nosso amigo para um ménage a trois. Ele topou e a partir daí passamos a transar, a três, muitas e muitas vezes seguidas, sempre heterossexualmente. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Quando sozinhos minha esposa e eu conversávamos sobre as trepadas com nosso amigo, imaginávamos<span style="yes;">  </span>mais brincadeiras com ele, e comentávamos sobre sua anatomia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Minha mulher sempre soube das minhas brincadeiras homo de quando era garoto, eu as havia contado com riqueza de detalhes inúmeras vezes, coisa que excitava muito a minha mulher. Então, um dia, minha esposa me perguntou o que eu achava do nosso amigo, sexualmente, se eu sentia alguma coisa e o que eu gostava nele? Eu respondi não sentia nenhuma atração por ele, nem por homem nenhum, na convivência normal. Mas confessei que, quando íamos transar a três, quando ele ficava nu, a visão do seu pênis me deixava excitado. Ela mordeu o lábio de um jeito sacana e, já me masturbando, me perguntou se eu não gostaria de voltar a fazer as sacanagens de garoto, perguntando se eu acharia pegar, chupar e dar o meu cu para o nosso amigo. Extremamente excitado eu respondi abertamente que sim, que apreciava muito o pau do nosso amigo, gostaria de poder pegar na mão e assim explorar aquele belo caralho. “E na boca? E no cu? Não?” ela insistiu. Eu, já quase gozando com a punheta que ela me tocava, respondi que sim! Claro que sim, gostaria de sentir aquele pau na minha boca sim! E no cu mais ainda!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Gozei e dei o assunto por encerrado, afinal, achei que era mais uma brincadeira excitante dela e que, de qualquer forma, nosso amigo não iria topar nenhuma experiência homo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Um dia depois, nosso amigo chegou ao final de tarde lá em casa, como quem não quer nada, já que não havíamos marcado nenhuma sacanagem para aquele dia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Nosso amigo nunca tomava a iniciativa de propor o sexo, sempre combinávamos antes, ou normalmente eu propunha alguma sacanagem. Naquele início de noite foi minha esposa quem propôs. Ela simplesmente saiu da sala enquanto jogávamos conversa fora, para depois de alguns minutos voltar, usando somente um par de sapatos de salto alto e um mini-blazer, ambos prateados. Quando ela entrou de xoxota de fora na sala, nós dois emudecemos. Ela foi até o centro da sala, deu uma voltinha pra mostrar o equipamento, virou a bundinha pra nós, levantou uma perna, colocou um pé sobre uma mesa de jogos,<span style="yes;">  </span>e, reclinando-se para frente enquanto nos olhava, disse: “Quem vai ser o primeiro a enfiar a língua no meu cuzinho?”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Ahhh, aquilo foi excitante por demais! Meu amigo foi mais rápido e chegou primeiro ao rabo dela. Brincamos um pouco na sala e logo fomos para o quarto aonde ela e ele fizeram um 69. Ela estava por cima, com a buceta na cara no nosso amigo, então me posicionei na frente do rosto dela para que ela pudesse alternar a chupada entre o pau no nosso amigo e o meu, no entanto, ela olhou bem nos meus olhos e disse bem baixinho: “Chupa!”, eu fiquei meio embasbacado, mas ela insistiu: “Chupa vai!” e levantou aquele pirocão, apontando a cabeçona pra mim. Eu sorri, dei um beijinho na boca dela e fui até o pau. Nossa, quando botei a cabeça daquela pica na boca foi incrível! Meu coração batia a mil! Chupei bem chupado! Meti quase o pau inteiro na boca, e como era grosso! Tirei o pau da boca e minha mulher assumiu o boquete, tratei de lamber o saco, peguei nas bolas, lambi o caralho todo, e voltei para a cabeçona, onde minha mulher já havia liberado para eu boquetear de novo. Resolvi punhetá-lo um pouco, sentir o caralho nas mãos (que aliás estava um ferro!), e logo notei que a cabeça estava bem molhada, gotas de fluido emergiam da fenda da glande, lubrificando a cabeçona. Aquilo me deu mais tesão ainda, lambi a cabeça, sentindo o gosto daquele líquido e meti tudo que podia de pau pra dentro da boca! Nesse meio tempo eu já estava me masturbando, enquanto fazia um boquete vigoroso em nosso amigo. Nisso minha mulher resolve tirar o rabo da cara do nosso amigo, fazendo com que ele visse que na verdade estava chupando-lhe o pau.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Quando olhei para o rosto dele não sabia o que pensar, ou qual seria a sua reação, no entanto não parei de chupá-lo. No entanto, apesar do susto, ele nada fez nem falou, pelo contrario, seguiu gemendo demosntrando prazer a cada chupada que eu dava.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Minha mulher também se agachou e dividimos o pau numa chupada maravilhosa! Ele gozou com uma punheta bem batida a quatro mãos, espalhando seu farto esperma pelas mãos e braços meus e de minha mulher.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Aquela noite ainda rendeu mais umas chupadas minhas nele, além de algumas trocas de carícias um no membro do outro. Transamos muitas outras vezes depois, e sim eu dei o cu pra ele, mas isso fica para outro relato.</span></p>
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		<title>Colega de Trabalho</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Feb 2000 17:09:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conto Gay]]></category>

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Trabalhei com um cara maneiro, sarado e gostoso. Não sou gay, mas ele me deixava com tesão&#8230; Trabalhei com um cara maneiro, sarado e gostoso. Não sou gay, mas ele me deixava com tesão. Eu era vendedor e ele motorista e entregador. Sempre que eu me levantava do carro para vender ele passava a mão [...]]]></description>
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<p>Trabalhei com um cara maneiro, sarado e gostoso. Não sou gay, mas ele me deixava com tesão&#8230;<br />
<span id="more-148"></span></p>
<table border="0" width="100%">
<tr>
<td>
<p align="justify">Trabalhei com um cara maneiro, sarado e gostoso. Não sou gay, mas ele me deixava com tesão. Eu era vendedor e ele motorista e entregador. Sempre que eu me levantava do carro para vender ele passava a mão na minha bunda, eu fazia cara de que estava brabo, mas gostava.</p>
<p>Acho que ele percebia e sempre e passava mão. Um dia, na rua ele disse que bunda carnuda você tem. Alguém já comeu? E eu sem graça disse, cara eu sou homem, e ele disse eu também é, mas como você fácil.</p>
<p>Fiquei encucado e com muito tesão. No dia seguinte o deixei passar a mão em mim descaradamente, ele brincou, e aí eu entrei na dele, mesmo dentro do caminhão, ele dirigindo eu pegava na rola dele que tinha uns 18cm carnuda e suculenta. Um dia, pedi pra mamar e ele deixou, brincamos dentro da carroceria do caminhão, foi muito bom.
</p>
</td>
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</tr>
</table>
<p><script type="text/javascript"><!--
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		<title>Hóspede</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Feb 2000 17:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conto Gay]]></category>

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Sempre fui discreto e um pouco tímido. Minha prima de 18 anos, que era minha vizinha, começou a namorar um rapaz de outra cidade&#8230; Sempre fui discreto e um pouco tímido. Minha prima de 18 anos, que era minha vizinha, começou a namorar um rapaz de outra cidade. Como seus pais são muito rígidos e [...]]]></description>
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<p>Sempre fui discreto e um pouco tímido. Minha prima de 18 anos, que era minha vizinha, começou a namorar um rapaz de outra cidade&#8230;<br />
<span id="more-147"></span></p>
<table border="0" width="100%">
<tr>
<td>
<p align="justify">Sempre fui discreto e um pouco tímido. Minha prima de 18 anos, que era minha vizinha, começou a namorar um rapaz de outra cidade. Como seus pais são muito rígidos e conservadores ele não poderia dormir na casa dela. Ela então pediu para minha mãe para hospedá-lo em casa. Ele tinha 24 anos, branco, 1,85 de altura, peludo, forte, olhos e cabelos negros; vou chamá-lo de R. Era muito culto e inteligente, mas estava trabalhando com seu pai na fazenda há dois anos, o que lhe dava um ar de macho rústico.</p>
<p>No início ele dormia no quarto de hóspedes, mas resolvemos mudar, como meu irmão estava estudando longe, resolvi ficar com um quarto só pra mim. Porém, aconteceu de meu irmão e o R irem lá pra casa no mesmo fim de semana, e como o quarto de hospedes agora era quarto do meu irmão, R teria que dormir no meu quarto, que era o maior.</p>
<p>Então, um dia ficamos assistindo TV até tarde, e eu resolvi ir dormir. Como sempre fiz, fui dormir de camiseta e cueca. Logo R entrou no quarto. Eu fiquei quieto, como se tivesse dormindo. Ele se arrumou apagou a luz e se deitou na sua cama. Logo eu começo a ouvi sua respiração mais ofegante, e ouço o barulho do vai e vem de uma punheta. Eu, que era virgem, fiquei muito excitado, minha respiração ficou ofegante, parecia que meu coração ia sair pela boca. Não estava mais agüentando de tanto tesão. Levantei-me silenciosamente da cama, tirei minha cueca, e fui até a cama dele. Fui direto com a mão no pau dele. Ele levou um susto. Eu peguei no pau dele, e falei baixinho no seu ouvido: </p>
<p>- posso?<br />
Ele ficou quieto, eu pensei que fosse me bater ou me mandar sair. Depois de um tempo ele disse:<br />
- pode!</p>
<p>Então fiquei acariciando o pau dele que tava muito duro, pulsando, ele era peludo, tinha uns 18 cm, meio grosso. Comecei a masturbá-lo&#8230; Falei novamente no ouvido dele: </p>
<p>- sou virgem. </p>
<p>Nossa o cara tava muito excitado! E eu tb.<br />
Então me ajoelhei no lado da cama e comecei a chupar o pau dele, tava babando muito, quando coloquei a boca pensei que tivesse gozado, eu nunca tinha chupado um pau, nunca tinha visto um pau babar e muito menos sentido o gosto. Aí fui chupando, lambendo a cabeça, ele dava uns gemidos baixinhos. Ao poucos foi passando a mão na minha bunda, me acariciando, até encontrar meu cuzinho virgem. Nossa, quando ele passou o dedo, meu cu piscou, e fui às alturas. Nunca ninguém tinha me tocado lá.</p>
<p>Dei um gemido com o pau dele na minha boca. Ele então continuou a passar o dedo e a forçar pra meter no meu cuzinho, até que o dedo foi entrando, e ele continuou, eu comecei a gemer de tanto prazer&#8230; De repente eu sinto seu pau contrair a minha boca, então sinto sua porra quente, grossa saindo. Não sabia o que fazer, continuei a chupar, e ele a gozar, fui engolindo&#8230; Saiu muita porra, uns 6 jatos fartos; encostei no meu pau pra me masturbar e nem deu 5 segundos já gozei também. Fiquei ali um<br />
 tempo, então ele me falou: </p>
<p>- adorei o boquete! Fazia tempo que não gozava. Sua prima não da pra mim. Quer dar o cu pra mim?<br />
Eu tremendo ainda, disse:<br />
- Quero muito!</p>
<p>Ele então me puxou para sua cama, tirou minha camiseta, e foi me beijando. Nossa nunca tinha beijado ninguém assim. Foi tirando toda sua roupa, me abraçando, beijando meu pescoço, passando a mão em mim, enfiando o dedo no meu buraquinho virgem, ficamos assim uns 15 minutos.</p>
<p>Até que ele deitou com o pau pra cima e disse:<br />
- Senta no meu pau. Pode ir com calma.<br />
Eu me posicionei, segurei o pau dele e encostei no meu cuzinho. Aí fui sentando. Eu estava muito excitado, com muita vontade de dar, o pau dele tava bem melado de porra, o que facilitou a penetração. O pau foi entrando gostoso, eu sentia aquele caralho dentro de mim, aquela pressão, não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo.</p>
<p>Até que entrou tudinho. Fiquei parado&#8230; Sentindo uma sensação maravilhosa, não sentia nada de dor, só prazer. Aí comecei a cavalgar devagar no pau dele. Ele começou a gemer baixinho. Aí então ele me segurou forte, invertendo a posição sem tirar o pau de dentro. Pegou-me de frango assado, como uma mulherzinha, aí começou a bombar forte e fundo no meu cu, sussurrava no meu ouvido, me chamava de viadinho, de putinha, dizia que eu era dele agora. Foi-me fudendo, me beijando, isso durou uns 10 minutos, até que começou a urrar baixinho, tava gozando dentro de mim, nisso eu gozei também. Depois fomos dormir, cada um na sua cama, pra ninguém desconfiar. Depois daquele dia ele passou a vir quase todo fim de semana.
</p>
</td>
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</tr>
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<p><script type="text/javascript"><!--
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