No relato anterior contei como eu e minha esposa surpreendemos nosso parceiro de sexo com um boquete duplo e inesperado. Foi minha primeira sacanagem com homem depois de adulto. Antes só havia feito brincadeiras com amigos, quando ainda garoto.
Depois daquele dia, eu e minha mulher transamos com nosso amigo várias vezes. Várias vezes eu o punhetei e o chupei, numa delas ele até ejaculou na minha boca, coisa que eu gostei tanto quanto ele, ao ponto de repetirmos o acontecimento várias e várias vezes.
E assim fomos prosseguindo com nossos encontros com muita interação e sexo oral entre eu e ele. No entanto, fora algumas encoxadas na cama e no chuveiro, carícias nas nádegas, e carícias anais, em mim e na minha esposa, numa ocasião em que eu a penetrava enquanto ele se reestabelecia, eu e ele não havíamos trepado, ou seja, pau no cu, ainda não.
De minha parte, esperava que mais cedo ou mais tarde, eu e ele fizéssemos sexo com penetração anal, sendo que, mesmo sem conversar com ele, já havia optado por ser o passivo, até porque, em todas as nossas transas orais, ele sempre optou por manter seu papel convencional, de ser o macho.
Bom, durante as minhas férias, que não coincidiam com as da minha esposa, eu normalmente ficava em casa, durante a semana, descansando, lendo e vendo filmes.
Nosso amigo trabalhava, na época, como autônomo, então não era estranho ele ter tempo livre durante a semana.
Um certo dia, ainda pela manhã meu amigo telefonou. Disse que tinha a tarde livre, perguntou o que eu iria fazer e se poderia dar uma passada para conversarmos. Eu achei bem interessante e conveniente, ele me ligando durante as minhas férias, querendo fazer visita num horário que ele sabia que minha esposa não estaria em casa.
Já com a cabeça pensando sacanagem, falei pra ele vir, afinal, eu estava à toa, e, ficaria sozinho em casa…
Assim que desliguei o telefone, resolvi inventar uma brincadeira. Naquela hora comecei a me preparar, e no início da tarde eu estaria pronto e a espera.
Eu tenho poucos pêlos no corpo, tenho bunda lisinha, mas mesmo assim resolvi depilar meu caralho e cuzinho. No quarto deixei um frasco de óleo de amêndoas que havia comprado para usar na minha mulher e coloquei estrategicamente no criado mudo, ao lado da cama. No computador deixei preparada uma série de fotos de sexo, baixadas da internet, uma sequência que começa com fotos de mulheres e terminava com homens transando. Tirei toda a minha roupa, deixei a porta do banheiro aberta e esperei.
Logo a campainha tocou, de longe eu perguntei que era, e ele confirmou, então entrei rapidamente debaixo do chuveiro, dando uma molhada geral e fui atender a porta.
Abri, ele entrou e me viu completamente nu, todo molhado, de pau duro e já depilado… a surpresa erótica parece que funcionou, pq ele sorriu e não tirava mais o olho das minhas partes.
Finji indiferença e normalidade, pedi licença pois estava tomando banho e voltei ao banheiro… heheh.
Voltei à sala com uma camiseta e com a toalha enrolada na cintura. Sentei-me e comecei a conversar, coisas banais, uma conversa inócua que deu uma esfriada nele (tudo conforme meu plano). Notei que ele estava perfumado, de banho tomado recentemente, ele havia se praparado tb, certo então ele queria alguma coisa mesmo.
Então, subtamente, eu falei sobre as novas fotos especiais que eu havia baixado da internet, perguntei se ele queria ver. Ele topou e fomos até a mesa do computador. Entreguei a cadeira do micro para ele, e sentei-me, propositalmente, num banquinho sem encosto, mais a frente dele. Iniciei a mostrar as fotos. Como disse, de início eram fotos de mulheres nuas, as quais comentamos normalmente, depois mostrei algumas fotos de casais transando, com ênfase em sexo anal, depois mostrei uns closes de anal, ele comentou muito, dizendo: “Puxa, que socada!”, “Nossa, que enrabada essa, hein?”, coisas assim. Logo depois mostrei uma foto de um ator pornô nu, sozinho, de pau super duro, e perguntei a ele: “Legal né?”. Ele disse: “É.” Mostrei outra foto, de outro cara nu com um cacete imenso, comentei sobre o caralho da foto dizendo: “Que picão, hein? Imagina isso entrando num cu, será que cabe?” Ele riu. Mostrei outra foto, agora um close dum cacete menor (tipo o dele), mas muito bonito, e disse a ele: “Ah, esse eu acho legal mesmo! Grosso na medida, cabeça bem destacada, não muito comprido… e essas bolas… esse eu acho legal mesmo.!”… “Acho até que eu agüentava ele no meu cu…”
Ele riu: “Heheh… é? Tu agüentas um assim?”
E eu disse: “Acho que sim, bem lubrificado, metendo com calma… acho que agüentaria sim, um pau desses no meu cu…”
Ele riu denovo.
Aí eu mostrei outra foto de dois caras fudendo. Com o cacete quase que totalmente enterrado no cu do outro. E comentei: “Puxa, isso é que é enrabada, né?”
“Até me deixa de pau duro! Vou bater uma punheta, se não te importas, ok?”
Nisto tirei a toalha, ficando de bunda de fora de novo, sentei no banquinho com a “cola” virada pra ele, e comecei uma punheta. Nisso olhei para ele e notei que ele não tirava o olho da minha bunda e que seu pau estava super duro, embaixo das calças, então eu disse: “Se quiseres me acompanhar, fica a vontade! Tira o pau pra fora e vamos bater uma!”
Mais que depressa ele tirou o cacetão pra fora, aí quem não tirava o olho era eu.
Eu deixei as fotos passando no automático, agora só com homens fodendo, enquanto isso me aproximei do meu amigo.
Cheguei perto e disse: “Nossa cara, parece que ta muito duro esse teu pau, hein?”
Ele disse: “Tah sim, tah super duro!”
Eu disse: “Eh? Posso ver? Se tá muito duro? O teu pau?”
Ele disse:”Pode, pode sim!”
Então eu peguei no cacete, peguei com as duas mãos, agarrei as bolas, e masturbei o pauzão. E tava uma rocha mesmo! Muito duro!
Eu disse: “Nossa cara, que ferro! Pensei que vc só ficava assim com a minha mulher!”
Ele não falou nada, então eu disse: “Eh, ta bom assim é pra meter no cu…” e já me abaixando e iniciando à chupa-lo, nem quis saber mais de erotismo, caí de boca.
Dei-lhe umas belas chupadas, levantei-me e coloquei a mão dele entre as minhas nádegas! Imediatamente ele disse: “Depilasse o cu?” No que dizia isto, ele já estava enfiando o dedo no um cuzinho e eu arqueando as costas e me abaixando um pouquinho, empinando a bunda para que ele manuseasse a vontade.
Nisto peguei novamente no pau dele, e disse para vir comigo.
Fui levando até o quarto e lá peguei o óleo, com o qual já fui lubrificando seu pau.
Olhando para ele e seu cacete em riste, coloquei muito lubrificante na mão e nos dedos, e tratei de lubrificar bem meu cuzinho, local que nos daria tanto prazer daqui a alguns momentos.
Então, tampei o frasco de óleo, subi na borda da cama, fiquei de quatro, abrindo bem as nádegas, e disse:
“Vem!”
“Me come o cu!”
Ele se aproximou, encostou a cabeça grossa e quente nas minhas nádegas, esfregou aquele pau pelo rego, de cima para baixo até minhas bolas, e depois subiu encaixando no orifício. Forçou um pouco e pronto. Lá estava ele dentro de mim. De início entrou pouco, talvez só a cabeça. Senti um pouco de desconforto, afinal fazia tempo que não brincava disto. Mas logo me acostumei, muito graças à grande quantidade de lubrificante que usávamos.
Finalmente meu amigo estava me enrabando. Depois de tanto tempo voltei a dar o cu, mas agora não era mais brincadeira de criança, agora era pra valer.
O vai-e-vem começou, mais e mais ele entrava no meu ânus. Aos poucos ele colocou tudo, e me disse: “Ahhh, entrou tudo! Ta todo socado!”
Até achei que ele ia gozar naquela hora. Dava para sentir as bolas dele enconstando no meu saco. Também sentia o prazer e a sensação única de ter o órgão sexual viril de outro macho, quente e pulsante, preenchendo inteiramente o meu reto.
Ele parou os movimentos por alguns instantes, e logo em seguida reiniciou a foda.
Entrando e saindo pouquinho, em movimentos curtos. A cada socada que ele dava, seu saco que é grande e bem solto (característica que eu gosto muito), balançava e batia nas minhas bolas. Por duas vezes eu segurei seu saco, encostando-o em mim, sentindo o calor das suas maravilhosas bolas. Acho que o maior prazer, naquela hora, não era só a sensação anal, o movimento do pênis penetrando, mas talvez a sensação de estar sendo possuído. De eu, macho, estar ali, sendo o objeto do prazer para outro macho.
Neste momento meu amigo me disse: “Ahh… vou gozar…vou gozar…”
Eu não me contive, virei a cabeça, olhei para ele e disse: “Goza, meu piçudo gostoso, Goza! Meu cuzinho é todo teu, me enche de porra!”
Ouvindo isso ele se soltou, suas socadas ficaram mais longas. Por três vezes ele tirou todo o pau, até sair para fora do cu, e enfiou tudo de novo. Até encostar as bolas.
Na terceira vez ele gozou. Gozou no fundo do meu cu, com o pau todo socado, mas ainda tirou tudo, fazendo respingar porra nas minhas bolas e na cama, e enfiou tudo de novo… e então desabou sobre mim.
Nesse instante eu já estava batendo punheta alicinadamente. Gozei sentindo o pênis dele amolecer ainda no meu cu e escorregar para fora, deixando minha bunda toda melada de esperma.
E assim se consumou aquela tarde.
Ele me comeu várias outras vezes, em outras oportunidades, inclusive junto com minha esposa. Mas aquela tarde foi, realmente, especial.