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Archive for Agosto, 2000

Ago
25

Relato Bissexual II

Carlos on Ago-25-2000

No relato anterior contei como eu e minha esposa surpreendemos nosso parceiro de sexo com  um boquete duplo e inesperado. Foi minha primeira sacanagem com homem depois de adulto. Antes só havia feito brincadeiras com amigos, quando ainda garoto.

Depois daquele dia, eu e minha mulher transamos com nosso amigo várias vezes. Várias vezes eu o punhetei e o chupei, numa delas ele até ejaculou na minha boca, coisa que eu gostei tanto quanto ele, ao ponto de repetirmos o acontecimento várias e várias vezes.

E assim fomos prosseguindo com nossos encontros com muita interação e sexo oral entre eu e ele. No entanto, fora algumas encoxadas na cama e no chuveiro, carícias nas nádegas, e carícias anais, em mim e na minha esposa, numa ocasião em que eu a penetrava enquanto ele se reestabelecia, eu e ele não havíamos trepado, ou seja, pau no cu, ainda não.

De minha parte, esperava que mais cedo ou mais tarde, eu e ele fizéssemos sexo com penetração anal, sendo que, mesmo sem conversar com ele, já havia optado por ser o passivo, até porque, em todas as nossas transas orais, ele sempre optou por manter seu papel convencional, de ser o macho.

Bom, durante as minhas férias, que não coincidiam com as da minha esposa, eu normalmente ficava em casa, durante a semana, descansando, lendo e vendo filmes.

Nosso amigo trabalhava, na época, como autônomo, então não era estranho ele ter tempo livre durante a semana.

Um certo dia, ainda pela manhã meu amigo telefonou. Disse que tinha a tarde livre, perguntou o que eu iria fazer e se poderia dar uma passada para conversarmos. Eu achei bem interessante e conveniente, ele me ligando durante as minhas férias, querendo fazer visita num horário que ele sabia que minha esposa não estaria em casa.

Já com a cabeça pensando sacanagem, falei pra ele vir, afinal, eu estava à toa, e, ficaria sozinho em casa…

Assim que desliguei o telefone, resolvi inventar uma brincadeira. Naquela hora comecei a me preparar, e no início da tarde eu estaria pronto e a espera.

Eu tenho poucos pêlos no corpo, tenho bunda lisinha, mas mesmo assim resolvi depilar  meu caralho e cuzinho. No quarto deixei um frasco de óleo de amêndoas que havia comprado para usar  na minha mulher e coloquei estrategicamente no criado mudo, ao lado da cama. No computador deixei preparada uma série de fotos de sexo, baixadas da internet, uma sequência que começa com fotos de mulheres e terminava com homens transando. Tirei toda a minha roupa, deixei a porta do banheiro aberta e esperei.

Logo a campainha tocou, de longe eu perguntei que era, e ele confirmou, então entrei rapidamente debaixo do chuveiro, dando uma molhada geral e fui atender a porta.

Abri, ele entrou e me viu completamente nu, todo molhado, de pau duro e já depilado… a surpresa erótica parece que funcionou, pq ele sorriu e não tirava mais o olho das minhas partes.

Finji indiferença e normalidade, pedi licença pois estava tomando banho e voltei ao banheiro… heheh.

Voltei à sala com uma camiseta e com a toalha enrolada na cintura. Sentei-me e comecei a conversar, coisas banais, uma conversa inócua que deu uma esfriada nele (tudo conforme meu plano). Notei que ele estava perfumado, de banho tomado recentemente, ele havia se praparado tb, certo então ele queria alguma coisa mesmo.

Então, subtamente, eu falei sobre as novas fotos especiais que eu havia baixado da internet, perguntei se ele queria ver. Ele topou e fomos até a mesa do computador. Entreguei a cadeira do micro para ele, e sentei-me, propositalmente, num banquinho sem encosto, mais a frente dele. Iniciei a mostrar as  fotos. Como disse, de início eram fotos de mulheres nuas, as quais comentamos normalmente, depois mostrei algumas fotos de casais transando, com ênfase em sexo anal, depois mostrei uns closes de anal, ele comentou muito, dizendo: “Puxa, que socada!”, “Nossa, que enrabada essa, hein?”, coisas assim. Logo depois mostrei uma foto de um ator pornô nu, sozinho, de pau super duro, e perguntei a ele: “Legal né?”. Ele disse: “É.” Mostrei outra foto, de outro cara nu com um cacete imenso, comentei sobre o caralho da foto dizendo: “Que picão, hein? Imagina isso entrando num cu, será que cabe?” Ele riu. Mostrei outra foto, agora um close dum cacete menor (tipo o dele), mas muito bonito, e disse a ele: “Ah, esse eu acho legal mesmo! Grosso na medida, cabeça bem destacada, não muito comprido… e essas bolas… esse eu acho legal mesmo.!”… “Acho até que eu agüentava ele no meu cu…”

Ele riu: “Heheh… é? Tu agüentas um assim?”

E eu disse: “Acho que sim, bem lubrificado, metendo com calma… acho que agüentaria sim, um pau desses no meu cu…”

Ele riu denovo.

Aí eu  mostrei outra foto de dois caras fudendo. Com o cacete quase que totalmente enterrado no cu do outro. E comentei: “Puxa, isso é que é enrabada, né?”

“Até me deixa de pau duro! Vou bater uma punheta, se não te importas, ok?”

Nisto tirei a toalha, ficando de bunda de fora de novo, sentei no banquinho com a “cola” virada pra ele, e comecei uma punheta. Nisso olhei para ele e notei que ele não tirava o olho da minha bunda e que seu  pau estava super duro, embaixo das calças, então eu disse: “Se quiseres me acompanhar, fica a vontade! Tira o pau pra fora e vamos bater uma!”

Mais que depressa ele tirou o cacetão pra fora, aí quem não tirava o olho era eu.

Eu deixei as fotos passando no automático, agora só com homens fodendo, enquanto isso me aproximei do meu amigo.

Cheguei perto e disse: “Nossa cara, parece que ta muito duro esse teu pau, hein?”

Ele disse: “Tah sim, tah super duro!”

Eu disse: “Eh? Posso ver? Se tá muito duro? O teu pau?”

Ele disse:”Pode, pode sim!”

Então eu peguei no cacete, peguei com as duas mãos, agarrei as bolas, e masturbei o pauzão. E tava uma rocha mesmo! Muito duro!

Eu disse: “Nossa cara, que ferro! Pensei que vc só ficava assim com a minha mulher!”

Ele não falou nada, então eu disse: “Eh, ta bom assim é pra meter no cu…” e já me abaixando e iniciando à chupa-lo, nem quis saber mais de erotismo, caí de boca.

Dei-lhe umas belas chupadas, levantei-me e coloquei a mão dele entre as minhas nádegas! Imediatamente ele disse: “Depilasse o cu?” No que dizia isto, ele já estava enfiando o dedo no um cuzinho e eu arqueando as costas e me abaixando um pouquinho, empinando a bunda para que ele manuseasse a vontade.

Nisto peguei novamente no pau dele, e disse para vir comigo.

Fui levando até o quarto e lá peguei o óleo, com o qual já fui lubrificando seu pau.

Olhando para ele e seu cacete em riste, coloquei muito lubrificante na mão e nos dedos, e tratei de lubrificar bem meu cuzinho, local que nos daria tanto prazer daqui a alguns momentos.

Então, tampei o frasco de óleo, subi na borda da cama, fiquei de quatro, abrindo bem as nádegas, e disse:

“Vem!”

“Me come o cu!”

 

 

Ele se aproximou, encostou a cabeça grossa e quente nas minhas nádegas, esfregou aquele pau pelo rego, de cima para baixo até minhas bolas,  e depois subiu encaixando no orifício. Forçou um pouco e pronto. Lá estava ele dentro de mim. De início entrou pouco, talvez só a cabeça. Senti um pouco de desconforto, afinal fazia tempo que não brincava disto. Mas logo me acostumei, muito graças à grande quantidade de lubrificante que usávamos.

Finalmente meu amigo estava me enrabando. Depois de tanto tempo voltei a dar o cu, mas agora não era mais brincadeira de criança, agora era pra valer.

O vai-e-vem começou, mais e mais ele entrava no meu ânus. Aos poucos ele colocou tudo, e me disse: “Ahhh, entrou tudo! Ta todo socado!”

Até achei que ele ia gozar naquela hora. Dava para sentir as bolas dele enconstando no meu saco. Também sentia o prazer e a sensação única de ter o órgão sexual viril de outro macho, quente e pulsante, preenchendo inteiramente o meu reto.

Ele parou os movimentos por alguns instantes, e logo em seguida reiniciou a foda.

Entrando e saindo pouquinho, em movimentos curtos. A cada socada que ele dava, seu saco que é grande e bem solto (característica que eu gosto muito), balançava e batia nas minhas bolas. Por duas vezes eu segurei seu saco, encostando-o em mim, sentindo o calor das suas maravilhosas bolas. Acho que o maior prazer, naquela hora, não era só a sensação anal, o movimento do pênis penetrando, mas talvez a sensação de estar sendo possuído. De eu, macho, estar ali, sendo o objeto do prazer para outro macho.

Neste momento meu amigo me disse: “Ahh… vou gozar…vou gozar…”

Eu não me contive, virei a cabeça, olhei para ele e disse: “Goza, meu piçudo gostoso, Goza! Meu cuzinho é todo teu, me enche de porra!”

Ouvindo isso ele se soltou, suas socadas ficaram mais longas. Por três vezes ele tirou todo o pau, até sair para fora do cu, e enfiou tudo de novo. Até encostar as bolas.

Na terceira vez ele gozou. Gozou no fundo do meu cu, com o pau todo socado, mas ainda tirou tudo, fazendo respingar porra nas minhas bolas e na cama, e enfiou tudo de novo… e então desabou sobre mim.

Nesse instante eu já estava batendo punheta alicinadamente. Gozei sentindo o pênis dele amolecer ainda no meu cu e escorregar para fora, deixando minha bunda toda melada de esperma.

E assim se consumou aquela tarde.

Ele me comeu várias outras vezes, em outras oportunidades, inclusive junto com minha esposa. Mas aquela tarde foi, realmente, especial.

Ago
25

Relato bissexual I

Carlos on Ago-25-2000

A história que vou contar se passou a algum tempo atrás. Durante um período de tempo onde tive a oportunidade de explorar plenamente a minha sexualidade. Sempre fui simpatizante do sexo entre homens, fiz muitas sacanagens com outros rapazes e homens mais velhos quando ainda garoto, mas excetuando os filmes pornô gays que ainda gostava de ver, aquilo havia ficado para trás.

Sou casado, amo minha esposa, e adoro fazer sexo com ela. Sempre foi bom e sempre será, pois ela é uma mulher especial, de mente aberta, e que me proporcionou várias aventuras, todas as quais, proporcionando muito prazer a nós dois.

Sou moreno, 1,85m e 83kg, ex-nadador, minha esposa é uma loirinha mignon, de 1,55m, muito bonita.

Bom, meu relato deve começar no início de nosso casamento, onde iniciamos uma amizade muito forte com um casal de amigos. Ele, um moreno alto e bem magro e peludo, e ela, uma decendente oriental, muito bonita e gostosa. Desde o início de nossa amizade rolavam brincadeirinhas sacanas e um pouco de exibicionismo, isso evoluiu para sexo no mesmo ambiente e, algum tempo depois, para a troca de casais.

Nossas transas a quatro eram muito gostosas, mas as vezes era difícil marcarmos encontros por causa dos compromissos profissionais da nossa amiga, diferente de nosso amigo que estava sempre disponível.

Um determinado dia combinamos, eu e minha mulher, de convidar nosso amigo para um ménage a trois. Ele topou e a partir daí passamos a transar, a três, muitas e muitas vezes seguidas, sempre heterossexualmente.

Quando sozinhos minha esposa e eu conversávamos sobre as trepadas com nosso amigo, imaginávamos  mais brincadeiras com ele, e comentávamos sobre sua anatomia.

Minha mulher sempre soube das minhas brincadeiras homo de quando era garoto, eu as havia contado com riqueza de detalhes inúmeras vezes, coisa que excitava muito a minha mulher. Então, um dia, minha esposa me perguntou o que eu achava do nosso amigo, sexualmente, se eu sentia alguma coisa e o que eu gostava nele? Eu respondi não sentia nenhuma atração por ele, nem por homem nenhum, na convivência normal. Mas confessei que, quando íamos transar a três, quando ele ficava nu, a visão do seu pênis me deixava excitado. Ela mordeu o lábio de um jeito sacana e, já me masturbando, me perguntou se eu não gostaria de voltar a fazer as sacanagens de garoto, perguntando se eu acharia pegar, chupar e dar o meu cu para o nosso amigo. Extremamente excitado eu respondi abertamente que sim, que apreciava muito o pau do nosso amigo, gostaria de poder pegar na mão e assim explorar aquele belo caralho. “E na boca? E no cu? Não?” ela insistiu. Eu, já quase gozando com a punheta que ela me tocava, respondi que sim! Claro que sim, gostaria de sentir aquele pau na minha boca sim! E no cu mais ainda!

Gozei e dei o assunto por encerrado, afinal, achei que era mais uma brincadeira excitante dela e que, de qualquer forma, nosso amigo não iria topar nenhuma experiência homo.

Um dia depois, nosso amigo chegou ao final de tarde lá em casa, como quem não quer nada, já que não havíamos marcado nenhuma sacanagem para aquele dia.

Nosso amigo nunca tomava a iniciativa de propor o sexo, sempre combinávamos antes, ou normalmente eu propunha alguma sacanagem. Naquele início de noite foi minha esposa quem propôs. Ela simplesmente saiu da sala enquanto jogávamos conversa fora, para depois de alguns minutos voltar, usando somente um par de sapatos de salto alto e um mini-blazer, ambos prateados. Quando ela entrou de xoxota de fora na sala, nós dois emudecemos. Ela foi até o centro da sala, deu uma voltinha pra mostrar o equipamento, virou a bundinha pra nós, levantou uma perna, colocou um pé sobre uma mesa de jogos,  e, reclinando-se para frente enquanto nos olhava, disse: “Quem vai ser o primeiro a enfiar a língua no meu cuzinho?”

Ahhh, aquilo foi excitante por demais! Meu amigo foi mais rápido e chegou primeiro ao rabo dela. Brincamos um pouco na sala e logo fomos para o quarto aonde ela e ele fizeram um 69. Ela estava por cima, com a buceta na cara no nosso amigo, então me posicionei na frente do rosto dela para que ela pudesse alternar a chupada entre o pau no nosso amigo e o meu, no entanto, ela olhou bem nos meus olhos e disse bem baixinho: “Chupa!”, eu fiquei meio embasbacado, mas ela insistiu: “Chupa vai!” e levantou aquele pirocão, apontando a cabeçona pra mim. Eu sorri, dei um beijinho na boca dela e fui até o pau. Nossa, quando botei a cabeça daquela pica na boca foi incrível! Meu coração batia a mil! Chupei bem chupado! Meti quase o pau inteiro na boca, e como era grosso! Tirei o pau da boca e minha mulher assumiu o boquete, tratei de lamber o saco, peguei nas bolas, lambi o caralho todo, e voltei para a cabeçona, onde minha mulher já havia liberado para eu boquetear de novo. Resolvi punhetá-lo um pouco, sentir o caralho nas mãos (que aliás estava um ferro!), e logo notei que a cabeça estava bem molhada, gotas de fluido emergiam da fenda da glande, lubrificando a cabeçona. Aquilo me deu mais tesão ainda, lambi a cabeça, sentindo o gosto daquele líquido e meti tudo que podia de pau pra dentro da boca! Nesse meio tempo eu já estava me masturbando, enquanto fazia um boquete vigoroso em nosso amigo. Nisso minha mulher resolve tirar o rabo da cara do nosso amigo, fazendo com que ele visse que na verdade estava chupando-lhe o pau.

Quando olhei para o rosto dele não sabia o que pensar, ou qual seria a sua reação, no entanto não parei de chupá-lo. No entanto, apesar do susto, ele nada fez nem falou, pelo contrario, seguiu gemendo demosntrando prazer a cada chupada que eu dava.

Minha mulher também se agachou e dividimos o pau numa chupada maravilhosa! Ele gozou com uma punheta bem batida a quatro mãos, espalhando seu farto esperma pelas mãos e braços meus e de minha mulher.

Aquela noite ainda rendeu mais umas chupadas minhas nele, além de algumas trocas de carícias um no membro do outro. Transamos muitas outras vezes depois, e sim eu dei o cu pra ele, mas isso fica para outro relato.

Ago
19

Abusaram de mim no ônibus

admin on Ago-19-2000

decidi por uma roupa bem mais leve e agradável, pois estava um calor insuportável, coloquei um conjunto fio-dental de cor branca, a calcinha ficava completamente entalada em meu enorme bumbum, tenho minha buceta bem depilada…
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Ago
19

Virei Puta do Meu Sogro

admin on Ago-19-2000

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